
Entende-se por comunidade, em específico uma escola de samba, um sistema cultural herdado por um processo acumulativo de diversas gerações.
Acredito que seja melhor usar o termo comunidade à colônia – o termo comunidade que tem um espaço amplo e complexo de interligações de seus participantes – melhor analisar a questão segregando todos os conceitos existentes e objetivando a cultura existente do local. Criando o seu próprio processo de aperfeiçoamento, desconhecendo o futuro enquanto local e tempo.
Segundo Roque Laraia (2001/45) o homem é resultado do meio cultural em que foi socializado. Um grupo pertinente a uma comunidade que mesmo segregados em grupos, ou seja, blocos e ranchos, decidem reunir-se em um grupo para fundar uma única escola ou ainda de um grupo de sambistas cansados de estarem as margens de uma sociedade fundam outra escola. Nota-se que tratamos aqui de duas esferas, onde seus objetivos foram o mesmo.
Indivíduos relaconando-se, trocando informações e experiências vividas, a formação de um grupo, o determinismo existente nesse grupo será capaz de transformar a vida de diversas pessoas envolvidas nesse grupo. Influênciando pensamentos antigos, mitos e ritos naquela comunidade, as vezes a necessidade da entrada de outras pessoas com sub-culturas diferentes das já encontradas no local de origem e mais uma vez alterando a estrutura da comunidade.
Dentro de uma escola de samba isso acaba sendo notório, deixa de ser velado. Casos já foram noticiados em revistas e jornais sem qualquer tipo de “panos quentes” para cobrir o errado. Poderes paralelos, jogo do bicho, tráfico, politíca, governos, todos são coniventes e ajudaram nas transformações de uma escola de samba, a estrutura de uma comunidade é alterada com a “entrada” desses novos indivíduos.
O sentido de colônia, segundo dicionários, seria um grupo de pessoas da mesma nacionalidade vivendo em um outro local ou ainda um grupo de pessoas que fazem vida em comum. Agora analisando a palavra comunidade, um conjunto de pessoas que vivem em comunhão de bens ou de interesses ou ideais politicos e religiosos.
Com o passar das décadas as escolas se tornaram grandes agremiações, capazes de realizar um espetáculo grandioso que são os desfiles, a cada ano ela superam as espectativas ao grande público, levando diversão e mostrando a força de nossa cultura.
Mas onde fica a colônia e a comunidade nisso tudo, pois ambos estão dentro de um contexto maior que é o carnaval, a escola de samba, a comunidade é responsável pela estruturação de um carnaval, pela execução eapresentação. Seus componentes fazem parte de um rito responsável em agregar a cada ano uma centenas de novos seguidores, um sistema de linguagem visual arrastando pela avenida novos adeptos.
Aqui fica a função de uma comunidade, nem sempre composta de seus moradores, uma quantidade de pessoas que estão ali, colocando uma parcela de suas experiências e vivências, reforçando a ideia do processo acumulativo herdado por antecessores.
Já a colônia, que não deixarei de passar, seria o grupo de pessoas que nunca estiveram em contato com essa sub-cultura e como na idade média, escondem suas vidas para cair nos braços de Momo, gordo e brincalhão, aproveitando o máximo antes da fria e chata quaresma. Mas sua passagem dentro de uma comunidade é sempre hostil, pois acaba por si deixando marcas as vezes difíceis de cicatrizar, então a comunidade recebe mais uma influência alterando seu estadao inicial.
Não devemos olhar sob uma ótica totalmente negativa essa ocorrência, ela na verdade acaba sendo benefica a uma sociedade, colocando no limite das próprias pessoas que estão ali dentro, mechendo com a cabeça daqueles que convivem em comunhão de seus bens e interesses em geral. Neste caso a escola de samba.
Acredito que seja melhor usar o termo comunidade à colônia – o termo comunidade que tem um espaço amplo e complexo de interligações de seus participantes – melhor analisar a questão segregando todos os conceitos existentes e objetivando a cultura existente do local. Criando o seu próprio processo de aperfeiçoamento, desconhecendo o futuro enquanto local e tempo.
Segundo Roque Laraia (2001/45) o homem é resultado do meio cultural em que foi socializado. Um grupo pertinente a uma comunidade que mesmo segregados em grupos, ou seja, blocos e ranchos, decidem reunir-se em um grupo para fundar uma única escola ou ainda de um grupo de sambistas cansados de estarem as margens de uma sociedade fundam outra escola. Nota-se que tratamos aqui de duas esferas, onde seus objetivos foram o mesmo.
Indivíduos relaconando-se, trocando informações e experiências vividas, a formação de um grupo, o determinismo existente nesse grupo será capaz de transformar a vida de diversas pessoas envolvidas nesse grupo. Influênciando pensamentos antigos, mitos e ritos naquela comunidade, as vezes a necessidade da entrada de outras pessoas com sub-culturas diferentes das já encontradas no local de origem e mais uma vez alterando a estrutura da comunidade.
Dentro de uma escola de samba isso acaba sendo notório, deixa de ser velado. Casos já foram noticiados em revistas e jornais sem qualquer tipo de “panos quentes” para cobrir o errado. Poderes paralelos, jogo do bicho, tráfico, politíca, governos, todos são coniventes e ajudaram nas transformações de uma escola de samba, a estrutura de uma comunidade é alterada com a “entrada” desses novos indivíduos.
O sentido de colônia, segundo dicionários, seria um grupo de pessoas da mesma nacionalidade vivendo em um outro local ou ainda um grupo de pessoas que fazem vida em comum. Agora analisando a palavra comunidade, um conjunto de pessoas que vivem em comunhão de bens ou de interesses ou ideais politicos e religiosos.
Com o passar das décadas as escolas se tornaram grandes agremiações, capazes de realizar um espetáculo grandioso que são os desfiles, a cada ano ela superam as espectativas ao grande público, levando diversão e mostrando a força de nossa cultura.
Mas onde fica a colônia e a comunidade nisso tudo, pois ambos estão dentro de um contexto maior que é o carnaval, a escola de samba, a comunidade é responsável pela estruturação de um carnaval, pela execução eapresentação. Seus componentes fazem parte de um rito responsável em agregar a cada ano uma centenas de novos seguidores, um sistema de linguagem visual arrastando pela avenida novos adeptos.
Aqui fica a função de uma comunidade, nem sempre composta de seus moradores, uma quantidade de pessoas que estão ali, colocando uma parcela de suas experiências e vivências, reforçando a ideia do processo acumulativo herdado por antecessores.
Já a colônia, que não deixarei de passar, seria o grupo de pessoas que nunca estiveram em contato com essa sub-cultura e como na idade média, escondem suas vidas para cair nos braços de Momo, gordo e brincalhão, aproveitando o máximo antes da fria e chata quaresma. Mas sua passagem dentro de uma comunidade é sempre hostil, pois acaba por si deixando marcas as vezes difíceis de cicatrizar, então a comunidade recebe mais uma influência alterando seu estadao inicial.
Não devemos olhar sob uma ótica totalmente negativa essa ocorrência, ela na verdade acaba sendo benefica a uma sociedade, colocando no limite das próprias pessoas que estão ali dentro, mechendo com a cabeça daqueles que convivem em comunhão de seus bens e interesses em geral. Neste caso a escola de samba.
O Texto está ótimo. Um texto de fácil entendimento, bem conciso e com uma linguagem bem próxima do público desse segmento.
ResponderExcluirParabéns! Nunca deixe de acreditar no seu potencial, pois você chegará bem longe, acredido que o céu seja o seu destino, sei que o verei lá do ladinho das grandes estrelas reluzindo todo esse brilho que possui.
Muito bom mesmo o texto!
Bjs!